A tendência de "Ser" e não "Ter" tomou conta o mundo corporativo. Afastar-se do ego e da vaidade é condição necessária e obrigatória.
A neurolinguística mostra que as perspectivas são fabulosas, bastando para o profissional agir com a mente desbloqueada de atitudes fortemente pessoais sem levar em conta o lado humanitário, e porque não dizer generoso do ser humano.
Maquiavel se sentiria diminuído, aliás esse aí não deve ser mais utilizado em discussões, mesmo nas empresas familiares que buscam não permitir formar um corpo de executivos bem entrosado, na verdade querendo justamente o contrário, que os seus colaboradores ajam com comportamento predatório e contaminando as relações profissionais da empresa.
Venho pregando (quem sou eu?) que a preparação e a postura humanista é a saída para um bom entendimento e consequência para atingir resultados animadores.
Tenho alguns ensaios corporativos (que podemos chamar de palestras) com o viés baseado na doutrina espírita de Allan Kardec e fundamentado no Evangelho de Jesus Cristo.
Não confundam com o olhar das religiões e sentidos dogmáticos provenientes que proliferaram e que pelos séculos acabaram se desvirtuando da essência pura e simples do cristianismo primário do Novo Testamento e espiritual (a chamada 3a. Revelação).
Este é o jeito essencial de viver que é amar o próximo e conviver com harmonia com as pessoas na sociedade, nas relações do trabalho, nos negócios e com a natureza.
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